Um passeio pela Île de la Cité logo de manhã, subindo as torres de Notre-Dame (estação Cité ou Saint-Michel Notre-Dame) para ver as gárgulas de perto e admirar a paisagem (aviso aos claustrofóbicos: esqueçam esta parte e vão direto olhar os vitrais da igreja) e, quem sabe, descer até a cripta. Este é o coração da cidade, abriga os prédios mais tradicionais da capital e vale um passeio por suas ruas, vendo os bouquinistes (vendedores de livros antigos e postais) nas bordas do Seine. Pelo caminho vocês encontrarão a Sainte Chapelle (mas eu acho que o preço definitivamente não vale a visita) e na famosa Pont Neuf podem atravessar e já quase estarão no Louvre.
O Louvre dispensa apresentações, e é impossível conhecê-lo em apenas 1 visita. Além dos chefs-d’œuvre do museu, a Monalisa (ou Joconde, como os franceses chamam), a Vênus de Milo e a Vitória de Samothrace, adoro as alas dedicadas aos apartamentos de Napoleão III, à Renascença italiana, às pinturas flamengas, às esculturas gregas, ao Egito…

E o exterior do museu também é maravilhoso, com a grande Pirâmide o pequeno Arco do Triunfo.
Em seguida, pode-se caminhar pelos jardin des Tuilleries até a Place de la Concorde, com o obelisco. Les Tuileries é um bairro de Paris perfeito para se passear (o nome deriva da localização: há séculos atrás era ali que ficavam as fábricas de telhas (tuile) da cidade. Super romântico, n’est-ce pas? :D).
Com tempo de sobra, a rue du Faubourg Saint-Honoré e a rue Saint-Honoré são maravilhosas para compras. A Place de la Madeleine e a Opéra Gernier ficam nas imediações e valem a passagem, assim como a brasserie da Printemps Haussmann com sua famosa cúpula (uma amiga jura que lá comeu a melhor batata gratinada da vida dela).
Um dia cheio, definitivamente. Mas enriquecedor em cada momento (claro que se você fizer a festa na St-Honoré o seu bolso não ficará nada enriquecido… seu closet, em compensação…)
Continua…












