As maiores vontades que temos em relação ao Brasil não são de visitar lugares quaisquer, mas especificamente de lugares vinculados a certas comidas. Por exemplo, ir no Baggio, no Peggy Sue, no Batel Grill, na Requinte, na Saint Germain, no Lellis… (se bem que, a despeito da fantástica cozinha italiana, o Lellis mantinha um grupo de cantores que ficavam com a tarantela à toda, para desespero de quem gostaria de ter apenas um jantar sossegado, degustando a comida e não tendo de parar o tempo todo para sorrir polidamente àquela encheção de saco).
Claro que com o tempo o paladar se adapta e, eventualmente, coisas que vivíamos comendo hoje já não nos fazem falta ou nós simplesmente desgostamos. Felizmente esta casa já tem o requeijão alemão, mas ainda dependo de remessas periódicas de batata-palha para que eu possa fazer meu frango com requeijão (porque o povo por aqui não consegue conceber batata-palha sem paprika). E, claro, mistura para pão de queijo específica da padaria Saint-Germain.
Então mudar para a Europa acabou sendo um ótimo negócio também no plano da estética, pois a esta altura estaríamos uma bola ou magros sob o efeito de boletas. Porque fazer dieta em Curitiba é muito, mas muito complicado.
Por aqui, com o WiiFit, dietas tornaram-se absolutamente dispensáveis. Mas eu terei de forçar o pobrezinho além da conta esta semana, para me recuperar de algumas delícias, enviadas carinhosamente por uma amiga que apenas me ouviu falando da vontade de comer isso (e especificamente isso):
Obrigada Rê! Você certamente tornou este final de semana mais doce!






























