Pela milésima vez eu pedia para o Vinny parar de « comer o dedo » – ficar puxando aquela pelinha no canto do dedo que incomoda, mas quando puxamos piora, o negócio é que é difícil se controlar… – quando me lembrei dos saquinhos de doce de leite. Como crianças gordinhas que ambos fomos, falamos de como costumávamos ir até à banquinha ou mercadinho e tirar aqueles saquinhos da tripa vendida e no mesmo instante colocar os dentes nele.
Ufa, hoje em dia as pessoas falam do que são bactérias para crianças, certo? Vocês já imaginaram quem botou a mão naqueles pacotinhos recheados com uma quantidade louca de açúcar? E por onde a mão daquelas pessoas passou antes de encostar no inocente saquinho? Que eles ficavam expostos, e moscas poderiam pousar neles?
Pois é. Hoje a quantidade de vezes que eu lavo as mãos beira a TOC, para dizer o mínimo. Mas o importante é que sobrevivemos. E o fato de nunca termos tido aquelas reações loucas de crianças na tv que, quando comem doces, ficam possuídas, não dormem e se tornam instantaneamente hiperativas, deve-se simplesmente ao fato do nosso organismo estar naquela época saturado de açúcar (mesmo hoje, um dia sem doce?? Há!). Efetivamente vivíamos no planeta doce e eu, bem, já era hiperativa mesmo sem doce. Aliás, essas reações insanas devido à doce ocorrem mesmo? Para mim estão mais para mito, pois juro, nunca vi…
Mas, voltando ao assunto deste post, pensar no doce de leite de bisnaga foi apenas o começo. Porque geladinhos ainda passam, afinal, são congelados e isso deve matar as bactérias – o mérito de serem feitos por completos estranhos, em condições desconhecidas, nem deve ser levantado, sob o risco de nunca mais comer fora de casa –, mas e aqueles sucos dentro de um plástico resistente em formato de frutas, animais, carros… e armas. Quem mais já colocou uma arma na boca quando criança para tomar o suco?
O campeão do politicamente incorreto, no entanto, é outro, bem mais conhecido. E que, contraditoriamente, é um precurssor do politicamente correto.
Imagem tirada daqui.Cigarrinhos de chocolate. Mostravam que todas as crianças podiam fumar, brancas e negras. Este, ao menos, não mata.




8 .000 disseram alguma coisa:
eu leeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeembro demais disso, eram os meus favoritos uando criança. Fingia que fumava enquanto comia.
hahahaha
Hoje não fumo, só botei cigarro na boca 4 vezes na minha vida. Eles não têm o mesmo gosto da infância.
We had them too! But we usually only had them for Xmas ;o) For January 6th actually (the Three kings), with many other sweets, like coal (pure sugar that looked like coal, black), ...
We used to play as if they were real... when we got tired of pretending we just raced to see who could eat one faster! ;o) In the end none of my brothers or myself ever smoked.
Nossa! lembro desses cigarrinhos de chocolate. Trocaram agora por caixinhas de lápis...rsrsrs
Silvinha! Chegou meu moon river, vou postar swatch dele essa semana no blog.
Bjssss :)
oi silvinha! nossa, há anos não via estes cigarrinhos! lembram a minha infância... e eu nunca fumei na vida (risos)! bjs, querida!!!
Nossa...geladinhos: usei, abusei e sobrevivi!
O que mata é a saudade disso tudo...
Bjs.
Carmem.
Nossa, e esse o pior é que nem chocolate é! É pura gordura! Outra coisita superrrr saudavel né? hehehehe
Igual aqueles guardachuvinhas... Adorava tudo que era veneno e com bactérias, hehehehe
Bjos e td de bom!
Melhor nostalgia.
Eu também adorava cigarrinhos de chocolate, achava o máximo fazer de conta que estava fumando :o) Os de verdade provei algumas vezes já quando adulta (a qtde de vezes dá para contar nos dedos da mao), mas achei a coisa mais sem graca do mundo. Os de chocolate é que eram mesmo os interessantes, hahaha :oD
Beijos, Angie
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