Mais um ano está terminando, e este foi um dos melhores. Apesar de ser mais um ano em que não pudemos abraçar nossa família, tampouco ver a cidade que nos acostumamos a chamar de nossa (mas que não foi tão bacana assim nos últimos tempos), encontramo-nos mais realizados e felizes do que nunca nesta nova terra.
Aqui construímos nosso lar, ainda pequeno, mas transbordante em amor. E também desenvolvi este espaço que, embora exista há mais tempo, recebeu a devida atenção apenas neste ano, inspirado por um outro blog de leitura maravilhosa, e cujas histórias eu ainda carrego comigo.
Porque tudo o que eu leio também me acompanha. E este ano foi especial nisso. Amigas de longe e de perto, antigas e novas, ausentes e presentes, deram mais cor aos meus dias através da palavra escrita. Amigas que eu posso vizualizar ao ler suas palavras, e cuja presença foi tão querida.
Para todas as pessoas especiais que passam por aqui, um ótimo final de ano e que 2009 seja de arrasar!
domingo, 28 de dezembro de 2008
Último do ano
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Überraschung
Para variar, o entregador do Deutsche Post tocou nosso interfone hoje de madrugada cedo. A despeito de eu não querer mais atendê-lo, de preferir buscar na agência os meus pacotes, resolvi que voltaria a atender porque, pasmem, eles perderam um pacote meu. Simplesmente perderam. E o correio alemão não é afeito a extravios.
Mas, como não poderia deixar de ser, abri a porta com meu pj’s (normalmente eu aperto o botão do interfone e corro trocar de roupa) e senti o fedor cheiro peculiar do entregador, e não, ele não tinha nada para nós, apenas me achou com cara de filial do Deutsche Post. Desejou feliz natal (e, ao contrário de etnias específicas que não celebram natal por motivos religiosos, ateus ocidentais não escapam da universalização do feriado) e me deixou com um pacote enorme e outro pequeno. Então tá, fazer o quê? Disse “igualmente” e fiquei rindo.
Voltei para cama e continuei a leitura do último livro do Eragon, e o dono do primeiro pacote bateu. Entreguei e escutei o mesmo esquema de obrigado-feliz natal-tchau. Voltei mais uma vez para a cama e, quando estava no bom do sono, tocou a campainha.
Atendi assustada e a mulher me pergunta alguma coisa em alemão e eu respondo automaticamente : Ja! (essa é a minha resposta automática em alemão, se um dia a polícia me parar e perguntar se eu cometi algum crime, estou lascada, eu sei). Ela continuou falando algo sobre a filha, e eu já com o pacote dela nas mãos, sorrindo. E meu cérebro começou a decifrar a língua atrasado e, vermelha como um pimentão, percebi que tinha dito para a mulher que sim, eu estava dormindo.
É pouco para deixar alguém com vergonha, eu sei, mas de repente, nesta terra, eu me tornei uma pessoa tímida (hohoho). Enfim ela pegou o pacote, agradeceu, eu disse que não tinha problema, disse um igualmente sorridente aos votos de boas festas dela e dei um tchauzinho (além de ter me tornado tímida, eu passei a falar muitas coisas no diminutivo aqui).
Duas horas depois, ao abrir a porta, vejo uma sacola pendurada do lado de fora. Com isso:
A até então desconhecida Frau H. deixou-me um cartão tão querido, acompanhado das trufas mais maravilhosas encontradas por aqui. E agora eu já estou envergonhada por antecipação por falar com ela nos próximos dias. Acho que uma fornada de muffins dá conta de expressar o quão tocada eu fiquei, não?
Enfim, divirtam-se, folks. Ateus não celebram natal, mas tampouco comem criancinhas como os comunistas. É também a data do nascimento de Mitra e de diversas outras divindades. Pagãos de todo mundo, divirtam-se vocês também (aliás, vocês eram muito bons nisso).
Assim como todos, hoje eu vou comer mais do que devo. Começando pelas trufas da querida Frau H.
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Infelizes buscas do Google - round 2
"Pão de queijo feito no líquido fiador" - olha só, acento no líquido, já tá bom, não?
"Como preparar um frango espelhado" - pegue um frango orgânico (sim, porque a quantidade de hormônio nos frangos hoje é assustadora), quebre um espelho em cima (não ligue para a bobagem dos 7 anos de azar), tempere à gosto e leve ao forno a 200° até dourar. Ofereça a seu pior inimigo.
"Muhle gostoza" - SO-COR-RO!!!!
"Um suicidio muito engrassado" - "engrassadinho" você, né? Achar "grassa" na desgraça alheia.
"Bichos gordos gay" - lado negro da força, hein?
"Dona vilma mais gostosa que numca nua" - o mais engraçado desta busca não é o "nuMca", mas o fato da minha sogra se chamar Vilma...
"Na onde eu posso conhecer sophie charlotte" - procure o Christopher Lloyd e tente convencê-lo a levá-lo de volta para o século XVII. Caso prefira a versão contemporânea, a leitora Stella quebra seu galho: visite o set de Malhação. Mas não dê muito na cara, porque ordem de restrição não é tão difícil de se conseguir. E, finalmente, é onde, não "na onde"!!!
"Muhle gostosos" - você tentou remediar seu erro com "muhle gostoza", né?
"Onde eu posso encontrar isso brinquedo celulares roupa" - lojas!!!
E viva a inclusão digital...
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Weihnachtsmärkte
A Angie já falou dos mercados de natal de Aachen. Agora vou falar um pouquinho dos de Berlin, que conta com cerca de 60! E nem passa pela minha cabeça conhecer todos porque, sinceramente? É tudo a mesma coisa, só muda o endereço e o tamanho.
Weihnachtsmarkt no Gendarmenmarkt, um dos mais bonitos.
Weihnachtsmarkt na Potsdamer Platz
A tradição dos mercados de Natal em Berlin remonta ao século XVI, e hoje nas barracas cheias de luzes são vendidos enfeites natalinos, artesanato em geral, Glühwein – uma bebida quente com vinho e especiarias que não, não é igualzinha a quentão (o de Viena é bem mais gostoso, com frutinhas!), comidas da época (stollen, bolachas decoradas, chocolates) e, claro, salsichas!

Weihnachtsmarkt no Schloss Charlottenburg
Há uma feira a 5 minutos da nossa casa que vende ainda um Schwein von Spieß (porco no espeto) maravilhoso… tão maravilhoso que a feira ainda não acabou e nós não agüentamos mais comê-lo, de tanto que atacamos o pobre porquinho no começo de dezembro, hohoho.
Weihanchtsmarkt no Sony Center
Neste ano, foram instaladas rodas-gigantes em várias partes da cidade, e tivemos esta vista nada desagradável da feira da Staatsoper (a ópera nacional):

Berliner Dom à frente. Mais ao fundo, atrás da roda gigante da Alexanderplatz, pode-se ver um pedaço da torre de TV, encoberta pela neblina.
Aqui a feira da Staatsoper de baixo:
E aqui a feira da Staatsoper de cima:
E sim, eu enfrento meus medos. O de altura é um que já foi crítico.
A roda gigante da feira de Natal do shopping Alexa é anunciada como a maior roda gigante móvel do mundo:

A da Marienkirche, perto da Alexanderplatz, serve como pano de fundo para a fonte local iluminada, enquanto toca-se música clássica:
Existe uma cidade mais louca por Natal?
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Sessão da tarde
Para reviver o melhor da Sessão da Tarde dos anos 80 (porque felizmente filmes da Xuxa e dos Trapalhões não passavam todos os dias):
- Os Goonies (The Goonies, 1985): junto com o estupendo dia de Ferris Bueller, um clássico desta década. Incansável, em qualquer idade.
- Quase Igual aos Outros (Just One of the Guys, 1985): devido a um professor sexista, garota disfarça-se de garoto para fazer matéria jornalística. Claro, uma amiga apaixona-se por ele/ela, enquanto ela se interessa por outro cara.
- Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller’s Day Off, 1986): dispensa comentários, né?
- A Garota de Rosa Shocking (Pretty in Pink): na época o vestido já era feio, hoje é medonho. E mais legal do que ver a protagonista e reconhecer o chato do Allan, de Two and a Half Man.
- Curso de Verão (Summer School, 1987): Mr. Shoop (Mark Harmon) perde suas ferias no Hawaii ao ficar encarregado de uma turma disfuncional que, em seu melhor momento, simula o Massacre da Serra Elétrica em sala de aula.
- Dirty Dancing - Ritmo Quente (Dirty Dancing, 1987): because nobody puts Baby in the corner. Não conheço uma garota que não tenha tido vontade de aprender a dançar depois deste filme. Com o Patrick Swayze, claro.

E os favoritos de vocês, quais eram?
*Editado depois das ótimas lembranças da Monique (como eu pude deixar de mencionar Goonies???). Obrigada!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Neuschwanstein
Enfim, o objeto principal da nossa ida à Munique, o castelo Neuschwanstein!
Antes de comerçarmos a organizar a viagem, pensávamos que ir de Munique ao castelo era como ir daqui à Potsdam, bastava pegar um S-Bahn. Ledo engano… Primeiro é necessário pegar um trem até a cidadezinha de Füssen, que leva duas horas. Depois, ainda tem de se pegar um ônibus até a cidade de Hohenschwangau. Para chegar ao castelo, são 30, 40 minutos a pé, ou 20 de charrete ou ônibus.
Mas é fácil se achar. O difícil é ter de acordar cedo, super cedo para chegar ao castelo com luz do dia ainda, considerando-se que agora no inverno começa a escurecer às 4 da tarde (isso quando o Sol aparece, o que felizmente foi o caso na maior parte do tempo em Munique).
No trem para Füssen eu cochilei e o Vinny ficou escutando o Ipod. Ao acordar, vi ao longe os Alpes cobertos de neve, e aquela paisagem branquinha, com uns bons centímetros de neve no chão. Cruzamos nossos olhares e nem foi preciso dizer nada: valeu à pena acordar cedo!
E ainda no trem comecei a tirar fotos feito doida. Mas a vista não era nada perto de quando chegamos à Hohenschwangau e vimos aquelas montanhas lindas, com o castelo acima.

Antes de viajarmos, chequei as possibilidades de transporte até o castelo e já falei para o Vinny que tínhamos de subir de charrete, que coisa mais romântica!!!
Bem, na teoria, folks… A uns 500 metros eu já sentia o cheiro dos cavalos, quando chegamos ao lado das charretes… não, de jeito nenhum. Vamos a pé mesmo que o dia está bom. Claro, ele já tinha previsto isso. O que ele não previu foi a uma ótima oportunidade para uma guerra de bolas de neve (que eu ganhei, por sinal).

O caminho até o castelo levou em torno de meia hora, mas foi delicioso ver todos aqueles pinheiros com neve nos galhos, e as outras árvores já completamente sem folhas.

Chegamos ao castelo com fôlego (super WiiFit mudando nossa resistência). A espera para entrar foi curta (organização alemã), e a vista incrível.


Construído pelo rei Ludwig II da Bavária, em homenagem ao compositor Richard Wagner, o Neuschanstein serviu de inspiração a Disney e é um dos pontos turísticos mais fotografados da Alemanha. Não são permitidas fotos internas, mas a visita certamente vale à pena, especialmente para ver a sala de concertos.
Na saída o Sol voltou a brilhar e o Neuschwanstein mostrou-se ainda mais bonito sob esta luz. Pena Ludwig II ter vivido apenas 6 meses no projeto da sua vida, que terminou misteriosamente num lago próximo, onde ele e o psiquiatra que o declarara insano foram encontrados afogados.

Nas proximidades ainda há o castelo de Hohenschwangau:
Mas depois de visitar o Neuschwanstein, o castelo de Hohenschwangau não parece mais do que uma mansão. Mas, claro, há um detalhezinho sórdido: dizem que ali era mantido o amante de Ludwig II, que podia facilmente alcançar a residência de seu castelo. Teóricos de conspiração (que sim, existem para qualquer século) afirmam mesmo que este foi o motivo para o assassinato do rei. Outros dizem que foi em função dos gastos abusivos, como para construir um castelinho singelo nas montanhas. Há ainda os ingênuos que falam que tudo não passou de um acidente.
Mistério.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Porque pedreiro só muda de endereço
Na semana passada, acordei cedo à espera de pedreiros que vinham arrumar um problema de infiltração na cozinha. Vejam bem, não é o meu apartamento com infiltração, mas um no 7° andar – e eu moro no 2°. Madruguei, esperei, cochilei, esperei mais um pouco e nada…
O Vinny fala com a empresa responsável que não sabia de nada, porque o pedreiro simplesmente "se esqueceu". Novamente é marcado, desta vez com cartinha e tudo da empresa, garantindo o serviço para hoje, entre as 8 da manhã e as 4 da tarde. Às 4 da tarde o serviço estaria terminado.
Chegamos às 6 e demos de cara com isso:
So-cor-ro. Respira fundo, entoa o mantra, Silvinha: Olha o suco, suco de frutas Gummy…
domingo, 7 de dezembro de 2008
Em Munique... bebe-se!
Fundada em 1589 para matar a sede de Wilhelm V, duque da Bavária, a casa acumula a fama há mais de 4 séculos!!! Em 1610, em vista da larga demanda, o consumo da cerveja fabricada pela Hoffbräuhaus foi permitido ao povão que, apenas mais de dois séculos depois, teve sua entrada permitida na sede localizada na Platzl.
A fama da cerveja da casa fez com que, em 1632, durante a Guerra dos 30 Anos, os suecos poupassem a cidade de pilhagem, aceitando para isso 1000 canecos. Toda a história vivenciada pela e na casa felizmente impediu de ser lembrada apenas como palco dos primeiros discursos de Hitler.
Quase completamente destruída com os bombardeios, a Hoffbräuhaus foi naturalmente reconstruída. E hoje?
Não, eu não tinha bebido demais. Nenhuma foto boa porque eu fiquei com vergonha de tirar foto lá dentro, bávaros não são sempre risonhos :o
Hoje, bem… de realeza não tem nada. O lugar é uma zona completa.
Música típica ao vivo e muita, muita gente. Tentamos em dois dias seguidos uma mesa, mas estavam livres apenas as do jardim. E, no inverno, nem pensar. Ademais, o clima não é dos mais convidativos – para mim, deixo bem claro.
Já a Paulaner… essa não decepciona!

Existem diversos bares espalhados pelo centro (em um dos quais eu perdi meu par de luvas de couro, autch), mas a sede, localizada em Nockherberg, é insuperável entre as congêneres. Não apenas quanto à deliciosa cerveja de trigo, mas também com um tipo de cerveja vendido exclusivamente ali e com o cardápio:

Não, eu não sou fã de comida alemã como vocês sabem, mas porquinho eles preparam muitíssimo bem! O Schweinebraten mit Krust (assado de porco com crosta), feito com molho de cerveja (estávamos numa cervejaria, néam?), estava delicioso, e o Knödel (aquela bolinha) não era tão pesado quanto costuma ser (de forma geral, trata-se de uma bola cozida de batata com trigo).
A salsicha, sobre um preparo de queijos (não, não conseguimos identificar o que era), era ótima, mas o porquinho roubou a cena, definitivamente. E desta vez eu não quis trocar de prato com o Vinny! (mas sim, ele me ajudou a comer)
No final, bebemos bem menos do que esperávamos. Ainda bem que tem Paulaner em qualquer mercado daqui :D
sábado, 6 de dezembro de 2008
Presente com tortura inclusa
A querida Angie me enviou há mais de uma semana este presente tão querido, com um belo cartão. Mas tinha uma pegadinha: não abri-lo até o dia 06 de dezembro. Eu fui uma boa meninas, escondi o pacote e me esforcei para esquecê-lo. Até hoje.
Obrigada, Angie!!! Sua gentileza não tem tamanho!
E sim, o Lumpy correu abrir as janelinhas dos dias que se passaram desde o começo do mês :o)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Herzlichen Glückwunsch zum Geburtstag Knut!
O já não tão pequeno Knut completa hoje 2 anos. Um parabéns especial do seu buddy Lumpy!
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Feliz aniversário, Angie!!!
Hoje é o aniversário de uma pessoa muito especial, alguém que conheci através deste blog e que apenas por isso o fez valer à pena.
(imagem tirada daqui)
Felicidades, Angie! Espero que seu dia seja maravilhoso!
ps: eu não achei um bolo de joaninhas, servem abelhinhas? :o)
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Knut para sempre em Berlin
Knut não é apenas um urso fofinho que foi salvo de uma mãe problemática. Flocke, a fraca tentativa de Nüremberg de ganhar dinheiro em cima da fama de Knut, comprova-o. Knut tornou-se símbolo de perseverança, e a dedicação de seu treinador, Thomar Dorflein, falecido recentemente, contagiou todos os berlinenses. Em muitos pontos, Knut é uma alegoria da própria cidade.




München, Munique, Munich
A Neues Rathaus (nova prefeitura) se impõe no centro histórico, e é um trabalho admirável:
Mas não existe nenhuma contração entre o nome, "nova" prefeitura e a aparência, não se deixem enganar por ela. A Rathaus de Munique foi construída apenas entre o final do século XVIII e o início do século XIX por um entusiasta do estilo gótico.
Residenz, a residência oficial dos governantes da Bavária por 500 anos, foi reconstruída após a II Guerra, e seus três complexos misturam Renascença, Barroco, Rococó e Classicismo (sim, tudo isso em apenas um lugar).

Próximo dali está o arco do triunfo bávaro:
A Asamkirche é uma igrejinha perdida no meio de uma pequena rua comercial, e se eu não tivesse recebido a dica (obrigada, Camila!) certamente passaríamos batido:

O palácio Nymphenburg, a despeito de seu tamanho e de ter sido construído entre meados do século XVII e meados do século XVIII, não nos impressionou. Originalmente concebido como um presentinho singelo à Henriette Adelaide por ela ter dado ao Eleitor (título de governantes do Sacro Império, abaixo apenas do rei ou imperador) Ferdinand Maria seu filho varão há muito esperado.
O que efetivamente chamou mais a atenção de nossa câmera no Nymphenburg foram as aves do lugar, e eu nunca ficara tão perto de um cisne até então:


E sim eles são lindos, mas eu estava com medo de levar uma bicada. Animais não são o meu forte :o
No próximo post, a parada obrigatória em Munique: as cervejarias!
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Amizade
Eu sei, eu sei, ainda tenho os posts sobre Munique para fazer, enquanto já começo a pensar em outra viagem… Mas este post ainda não é sobre München, mas sobre a alegria de receber pacotinhos inesperados de amigas tão queridas, que me mandam presentes pensados exatamente para mim. E presentes dados de coração, sem esperar nada em troca, sem ser por "obrigação", são os mais valiosos.
























